Mole Session 16 Março 2014

a_13 (Copiar) (Copiar)Un dia de surf com crowd infernal na Mole com a lua nascendo no canto esquerdo, atrás das pedras do “Índio”

Daniel Dubi
Florianópolis, 16 Março 2014. Crowd infernal na Mole hoje de novo, desumano, perigoso, caras passando por cima… sem contar ficar vendo os outros pegar as boas e ficar no canal só chupando os dedos.

Entretanto, o que o surf e a vida nos ensina, é que devemos cultivar a paciência. Nem tudo é do jeito que queremos, se fosse talvez não tivesse tanta graça nossas conquistas. Além disso, é interessante ficarmos felizes com a alegria do outro. Se o amigo ou até o desconhecido pega a onda boa da série, quebra a onda toda, devemos ficar contentes e usar isso como estímulo para tentarmos pegar a próxima e mandarmos ver. Assim também é na vida, nas diversas áreas sociais, ou deveria/ poderia ser.

Hoje a valinha estava com meio metro com séries maiores, sol, céu lindo, algumas gatas na praia abrilhantando o ambiente, inclusive na água, comprovando que o surf feminino vem crescendo! O melhor pico estava entre o canto esquerdo e o bar do Dog, a exemplo de ontem, com direitas um pouco cheias que emparedavam no inside. As séries demoravam um pouco, e cada vez que entravam era uma correria e disputa acirrada, com os ânimos se exaltando um pouco, mas tudo ok.

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Os destaques da tarde foram Rodrigo Moreno (Djan) que mandou um aéreo tipo Peterson Rosa na junção, com muito estilo e controle. Rafael Gallotti Maciel também estava surfando bem, com sua prancha da CI. Fillipy Oliveira relatou que hoje seu surf se encaixou na valinha, com sua Havenga mágica que tem feito estrago nas ondas da Mole, trazendo evolução evidente em seu surf. Índio pegou muitas ondas com seu pranchão, e a galera levou no bom humor sua evidente vantagem em entrar nas ondas com seu “barco” particular. Shankar M. Castro também sempre com alta performance, não deixou por menos sua presença.

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Roberto Samper depois de tirar as fotos da raça entrou na água para apreciar o maior show do dia, ou dos últimos tempos. A LUA nascendo no canto esquerdo, atrás das pedras do “Índio”, foi ficando laranja. E os que estavam na praia aplaudiram este lindo espetáculo divino. Foi com certeza um momento que ficará marcado na memória de quem foi abençoado com este presente.

Crowd, falta de ondas consistentes, disputas? Sim, mas como tudo na vida, temos ao menos dois lados para serem analisados, e a Lua cheia nascendo e depois iluminando a praia, que continuo com bastante gente, não tem preço!

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